| c)
O casamento é uma união entre pessoas de sexo diferente.
“Por isso; deixará o homem a seu pai e mãe e unir-se-á
a sua mulher. "Mc10: 7.
Aos olhos divinos, o casamento é sem¬pre uma união entre
homem e mulher. Qual¬quer outro tipo de relacionamento é condenavel.
As Escrituras abominam a prática do ho¬mossexualismo (Lv 18:22;
l Co 6: 9-10; l Tim1:10; Rm l:26-27etc).
A afirmação de que o casamento é uma união
entre pessoas de sexo diferente deixou de ser pacífica há
muito tempo. A perspectiva cristã sobre sexualidade e casamento
recebe duras críticas. Muitos formadores de opinião são
categóricos quando dizem que os concei¬tos cristãos
são anacrónicos e chamam de fal¬sos moralistas os que
ainda apregoam os prin¬cípios éticos e morais presentes
na Bíblia Sa¬grada. Frequentemente, novelas abordam o tema
da união entre homossexuais com o fim de torná-lo mais palatável.
O que fica muito evidente é que, a cada dia, acentua-se o conflito
entre a cultura oci¬dental e as verdades bíblicas. Constantemente,
são feitas tentativas no sentido de enfra¬quecer as raízes
éticas e morais procedentes do Cristianismo. Para os cristãos,
a grande fonte de verdade em matéria de fé e prática
são as Escrituras, consideradas a revelação di¬vina
e Palavra de Deus. Elas se constituem em autoridade máxima. A rejeição
a essas afirma¬ções é o ponto de partida para
os defensores de movimentos que afrontam as Escrituras.
A legalização da união entre pessoas do mesmo sexo
já aconteceu em vários países do mundo. É
o chamado "novo paradigma de fa¬mília." Alguns legisladores,
em seus projetos de lei, vão deixando de usar o termo "sexo"
e passam a empregar a expressão "opção sexual".
Assim, o que na visão de muitos representa avanços no direito,
para outros representa um completo rompimento com padrões morais
e a completa destruição das bases familiares.
d)
O casamento é uma união perma¬nente. Deus planejou o
casamento para durar a vida toda: "Por essa razão, o homem
deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher,
e eles se tornarão uma só carne" (Gn 1:24).
Contudo, já ao tempo do Antigo Testa¬mento, os casais enfrentavam
tantos proble¬mas que Moisés legislou acerca do divórcio
da seguinte forma: "Se um homem casar-se com uma mulher e depois
não a quiser mais por encontrar nela algo que ele reprova, dará
certidão de divórcio à mulher e a mandará
embora." (Dt 24:1). A mulher ficava completamente desprotegida diante
de um marido que não desejava mais permanecer ca¬sado. Bastava
que o esposo visse nela algo que ele reprovasse!
Mas, quando chegamos ao Novo'Testa¬mento, percebemos o quanto Jesus
zelou pela saúde da família. Quando lhe perguntaram sobre
o divórcio, ele respondeu que Moisés o autorizara por causa
da dureza do coração do povo. E, a seguir, complementou:
"o que Deus ajuntou não separe o homem" (Mc 10: 9).
Jesus protegeu o matrimónio, valorizou a mulher na sociedade judaica
e disse que a única hipótese em que o divórcio era
admissível seria no caso de infidelidade conjugal (Mt 19: 9).
Isso nos ensina que precisamos reformu¬lar nossos conceitos sobre
casamento. A mentalidade que impera hoje é: se não der certo,
separa. Para muitos, o vínculo conjugal pode ser desfeito a partir
do momento em que ocorrerem os primeiros conflitos ou quando os cônjuges
não combinarem mais. Nem to¬dos pensam nos traumas que a separação
e o divórcio trazem não só para o casal, mas tam¬bém
para toda a família.
A Bíblia é clara com respeito aos fortes vínculos
dessa união em Mateus 19: 9 e ern l Coríntios 7: 10-11.
A expressão "unir" (heb. -dabaq), em Génesis 2:24,
originalmente tem o sentido de colar, soldar, pressupondo que qualquer
tentativa de rompimento trará efeitos devastadores.
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